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quarta-feira, 3 de março de 2010

Lições da Bolsa de Valores


Em Outubro de 2009, resolvi me aventurar em mais uma atividade. Com certa quantia e muita disposição, me aventurei nos estudos e decidi bater de frente com o mito de que "bolsa de valores é coisa de apostador". Até agora estou bem satisfeito com que aprendi, então segue aqui algumas enumerações "bolso-filosóficas":

Gráfico de Petrobras e alguns indicadores


1)Bolsa de Valores é como Surf: você pode ter o preparo que for, mas começará caindo e levando pancada na cabeça.



É fato que tudo na vida requer paciência, preparo e estudo. Além, claro daquela carga psicológica positiva. Coincidentemente estou nas duas atividades há mais ou menos o mesmo tempo. Já tentaram entrar no mar sem ter malhado nos 8 meses anteriores? Pior, sem ter feito nenhuma atividade física regular nesse período? Pois bem, não tentem (ficar preso numa vala com dores nos ombros não é agradável). Resolvi então me dedicar a atividade regular, adiquirindo bom vigor físico. Consegui, mas nada melhor que a prática pra te ensinar que não importa o preparo, você precisará brigar com as ondas Na bolsa, fiz 3 cursos muito bons, "malhei bastante" meu dinheiro, para errar coisas que certamente errei no surf: questões práticas e operacionais. Como por exemplo ajustar uma ordem de venda sem querer, iniciar uma negociação achando que o preço era um quando o preço ficou outro e o grande susto de achar que a cotação negociava um montante de MILHÕES de reais (que eu ainda não tenho), quando na verdade a cotação mostrava as ações já agrupadas em 1000. E assim sigo, surfando no mar e na bolsa.

2)Palestras gratuitas não são perda de tempo
Palavra de honra. Sabe a questão da estratégia? Você "precisa ter uma estratégia sempre"! Então, fui em uma palestra gratuita com um dos maiores grafistas do Brasil (grafista é quem vende/compra ações com base no gráfico). Ele simplesmente determinou um dos alicerces da estratégia que mais uso. Claro que se eu não tivesse feito os cursos a palestra não serviria de nada (ou muito pouco no caso de pessoas extremamente inteligentes como meu amigo Iuri Rossi), mas a palestra me serviu mesmo!

3)Operadores de corretora são bons quando você os conhece.
E só. Quando você começa a buscar por uma corretora, chove gente prestativa disposta a te apresentar os incríveis ganhos que o primo do amigo do tio que é paio do seu primo(e você não sabia disso) conseguiu. Entretanto, você não pode esquecer que eles ganham sobre suas operações. Ou seja, depois de um sujeito te conquistar, ele vai querer que você compre e venda quinze mil coisas ao mesmo tempo, já que ganham de acordo com o volume de sua movimentação (através da taxa de corretagem). Certamente ele tem mais conhecimento que você, é bom assumir isso, mas certamente ele vai usar esse fato a favor dele mesmo te recomendando (de forma convincente) que venda e compre tal papel para gerar um percentual ao bolso dele. É seu ofício.

4)A melhor estratégia é a sua.
Converse sobre a bolsa com as pessoas, mas não ache que elas são 100% verdadeiras e nem que suas estratégias são melhores que a sua. Leve isso em conta também quando o corretor te ligar recomendando vender ou comprar algum papel. Comigo aconteceu algo bem curioso: comprei um papel a 11,89 depois de dois dias de queda. Ele de fato atingiu o fundo gráfico (quando ele chega em determinado preço e depois sobe) e eu pretendia segurá-lo por 3 ou 4 semanas. Pois bem, garoto que era (e ainda sou um pouco, ninguém é experiente o suficiente) recebi o telefonema do corretor dizendo "Olha, Daniel, nossos indicadores indicam queda do preço, recomendo que venda". Fiquei uma pilha achando que ia perder todo meu dinheiro juntado em um ano de trabalho. Fui no papo convincente do rapaz (o resto da conversa seria longo demais) e resolvi vender a 12,17 (no caso o preço pagou a corretagem e me deu 15 reais de lucro). E o que aconteceu depois? Vualá! O preço abteu 14,11 nas três semanas que previa. Ou seja, não mude sua estratégia enquanto estiver nela. Opte por mudar depois que realizar o lucro ou o prejuízo.

5)Opções não são um bicho de sete cabeças.
Mas você precisa ter peito para domar o dragão. O mercado de opções (contrato de direito de compra ou venda de determinada ação) é um tanto quanto misterioso e requer bem mais domínio do que o mercado de ações. Dizem, inclusive, que é comparável ao mercado Forex (de moedas, que sequer para, já que cotações de moedas ao redor do mundo sempre estão em ativa). Entretanto, se você dominar bem a teoria e os cálculos de precificação, certamente se dará bem na prática, no longo prazo é claro (lembre da lição 1).

6)Montar estratégias faz bem
Talvez não faça bem ao seu bolso no começo, se você for um investidor com pouco dinheiro e inexperiente. Mas fará bem a você, a sua cabeça e te dará experiência. Como cientista social, decidi encarar os cálcuos de índices com base em Desvio Padrão, Integral e outras coisas mais...na mão! Foi por pouco tempo, porque depois descobri que o Excel tem essas funções (mais um ponto positivo: aprendi a usar o Excel)

7)Perseverança
Perdeu? Não se apegue ao dinheiro perdido. Se você sabe o que faz, o dinheiro vem. Ou melhor, "o longo prazo vem" como diria meu amigo Bruno Botafogo. Não fique afobado com as negociações que os outros fazem a cada 10 minutos, ganhando aqueles 10% que você tanto espera ganhar um dia. O longo prazo vem!

8)As pessoas acham que bolsa é coisa de doido...
...porque nas últimas décadas a renda-fixa dava muito mais dinheiro que a bolsa no Brasil. Quem nunca ouviu o pai ou o avô ou qualquer pessoa mais próxima dizer "cuidado, toda hora aparece alguém se matando porque perdeu tudo". Claro, para eles era mais fácil colocar na poupança o dinheiro e deixá-lo render sobre a inflação do país (antes do plano Real a inflação batia casa de milhares percentuais). MILHARES! Imagina ganhar 1.782,90%(1990) em um ano? Se você colocou 100 Cruzeiros na poupança, no final do ano você teria1882,90 cruzeiros. Eu não consigo visualizar. Certamente é bem melhor do que 5%, exagerando muito 40% que se podem ganhar na bolsa.

9)Quando as coisas começam a acertar você se sentirá melhor
Óbvio ululante, mesmo que você precise ganhar 100% do que você tem hoje para recuperar os 50% perdidos outrora.

10)Ainda bem que existem pessoas que sabem pouco sobre a bolsa
Você dependerá delas para realizar suas negociações.





sexta-feira, 13 de março de 2009

Uma indústria acima de qualquer crise

O sobre-humano: fator que vive nas crenças do homem desde que o mesmo se diferenciou dos outros animais em algum momento da história do planeta Terra.
O instinto competitivo: existente no convívio de praticamente todo ser vivo.

É abordando esses dois conceitos que comentaremos sobre uma indústria que tem suas atividades ampliadas e é capaz de vencer qualquer tipo de crise: a indústria da Fé.
O homem sempre teve fé, seja ela um simples pensamento positivo sobre algo ou até mesmo um exercício religioso extremista. Independente do grau de intensidade, qualquer atividade humana tem por trás a fé em algo que não remete simplesmente a vontade do homem. Ora, adequando a sociedade atual, capitalista, onde a fé é alocada em diversos setores religiosos, vemos que essa indústria tem até como crescer mediante a atual crise econômica que vivemos. Por quê?

Primeiramente, uma igreja - seja de qual religião for- sempre terá fiéis. Sempre terá indivíduos dispostos a se comportar da forma que for preciso movidos por algo que não os compete. Levando isso em conta, em tempos ruins, a fé é a principal arma de um fiel, ou seja, na atual crise econômica, o número de indivíduos que buscam o sobre-humano como abrigo tende a ser cada vez maior. Isso nos levaa concluir que ser dono e tratar um estabelecimento religioso como um negócio é excelente quando os homens se relacionam tranquilamente e "surreal" quando em tempos de crise econômica.

A primeira coisa que um proprietário do negócio que parece inovador, embora não seja, pensa é lucrar. Não parece ser novidade, mas como? Dízimo? Não! O mercado religioso, dependendo do segmento, remete à produtos exclusivos, como se fosse um upgrade em relação aos serviços não-religiosos. Quero dizer, um fiel vai comprar um produto de sua igreja ou dar dinheiro a possíveis pecadores? A certeza sobre-humana prevalece inevitavelmente. E quando se fala em produtos, consideram-se desde camisas até mega-eventos em estádios de futebol com entrada popular (ou populista?).

E é aí que o instinto competitivo capitalista aparece latejante. O números de pessoas que mudaram de vida economicamente após se converter aumenta cada vez mais, principalmente entre celebridades que antes eram esquecidas, mas que agora - por fazer parte de um negócio exclusivo - voltam triunfantes e ainda carregam sobre sua imagem a mensagem de que é possível qualquer coisa com o argumento sobre-humando da fé. São cada vez mais pessoas buscando o ter através da religião, por mais que pareça contraditório.

Podemos imaginar, obviamente, que um dia a crise que hoje é econômica, será religiosa. Não há dúvidas, mas é importantíssimo ressaltar que, pelo fato de sempre habitar o coração humano, a fé está acima de qualquer crise.

domingo, 30 de novembro de 2008

Crítica da crítica ao capitalismo

Crise mundial, crise do capitalismo?
Não sei, acredito que não, mas é fato que acontecimentos como esses geram uma série de discussões que visam desmoralizar o sistema que vivemos. Confesso que algumas possuem certa relevância, mas essa semana reparei em dois assuntos no mínimo bizarros.

O primeiro diz respeito a um economista irlandês de 29 anos que desafiará o capitalismo ficando um mês sem gastar dinheiro. Fenomenal, né? Não, absolutamente sem critério e com intuito marketeiro. Viver sem dinheiro é possível, não tenho dúvidas! Podemos ver a cada olhada na parte embaixo de um viaduto que existem pessoas que fazem isso. O que o mendigo de luxo irlandês quer é pseudo-desafiar algo que, daquela forma, é impossível de ser desafiado. Ora, se um sujeito decide ir em eventos onde é servido um lanche gratuito, ou então visitar os lixões da cidade em busca de sobras, fica evidente que ele está ali como um ser dependente do sistema em que a sociedade vive. O que impressiona é que um economista não parece ser capaz de observar isso. Sinceramente, torço para que seja apenas mais uma jogada para divulgar sua ONG.

Vendo isso, lembrei de uma crítica que as pessoas fazem que é, no mínimo, contraditória.
Costuma-se ver por aí imagens associando o capitalismo à fome.
Costuma-se ver por aí imagens associando o capitalismo à obesidade.


Bom, não vou me estender sobre as causas que levam aos dois fatores. Mas veremos, basicamente, que não é bem assim:
- O capitalismo de fato tem como complicação a má distribuição de renda, mas a distruibuição de renda que remete à miséria e à fome não tem nenhum fator político-sociológico em seu meio? Digo, as crianças da África sentem fome apenas porque nos séculos XIX/XX europeus dividiram suas tribos em territórios de acordo com sua vontade? Os conflitos existentes desde os primórdios nada tem a ver com a atual forma de distrubuição?
- O capitalismo de fato gera certa difusão de consumismo, mas ele só existe porque o capitalismo existe? Um senhor feudal não tinha vontade de ter mais do que precisava? Aliás, um faraó não tinha? De fato eles não viviam o capitalismo. Aliás, eles eram gordos por serem consumistas? A alimentação egípcia não parece ser mesmo um precedente para ser obeso. O prolema no caso, além de tudo, é individual.

Em suma, fica evidente que é fácil criticar o capitalismo e fazer uma imagem para ter fiéis à essas críticas, já que tudo o que se vive tem pelo menos dois lados(no caso os que simpatizam e os que não simpatizam).

domingo, 23 de novembro de 2008

Asfalto burocrático ou corrupto?

Inauguremos as "Viagens do Fim de Semana"

Durante uma conturbada noite de "sono", me peguei pensando: "Vamos supor que só o mercado de ações exista como alternativa para mudar de vida, o que eu poderia fazer? Onde investir, como investir e porque investir?"
É fato que eu teria de fazer algo onde poucos tivessem a visão de investir e que fosse algo não bombástico, talvez estável com altas relativamente sutis que possam gerar um bom aproveitamento no longo prazo.
Lembrei então de um fator: as ruas da cidade onde vivo são extremamente mal arrumadas, esburacadas, remendadas sempre nos mesmos pontos.
Então apontei: e se eu investisse nas empresas e usinas de asfalto? Sempre produzindo, toda rua tem asfalto, existem ruas à asfaltar por toda a cidade, por todo estado e todo país.

Pois bem, após a noite horrorosa que passei fui conversando durante a semana com pessoas próximas que tem um conhecimento maior que o meu sobre o tema e fui vendo quem produz asfalto, quem fornece o petróleo pra produção de asfalto e investiguei: será que a empresa é S.A?

Doce ilusão, pesquisando vi que as empresas fazem um contrato longo de fornecimento de asfalto com as prefeituras e que elas, em sua maioria, são LTDA. ou seja, não possui suas ações em aberto no mercado. Me despertou uma curiosidade ao constatar isso: será que existe algum tipo de corrupção? Digo, talvez não desvio de verba ou roubos absurdos que a gente costuma ver por aí, mas práticas mercadológicas onde a qualidade do asfalto fornecida para remendar uma rua é propositalmente menor, para manter um ciclo de produção e assim um ciclo de utilização e escoamento do asfalto produzido. Seria isso um tipo de corrupção?

É, meus amigos, esse negócio de investir é um tanto quanto complicado.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

The American Dream's Shield - O Escudo do Sonho Americano

Vote ao lado antes de ler o post: Você votaria em Obama?
Votação para a "Rapidinha de Segunda-Feira"




O presidente eleito dos EUA virou um mártir, um símbolo do retorno do Sonho Americano, um talismã da mudança no mundo, a redefinição das formas econômicas e sociais da humanidade. Me pergunto frequentemente se isso tudo é verdade. Será que Barack Hussein Obama não é apenas mais um xerife do mundo, só que com um escudo mitológico de salvação em seus braços?

Por exemplo, na parte econômica o governo Obama talvez seja pior para nosso país do que um possível governo McCain. Vi isso numa entrevista do presidente do BC americano, onde ele afirma que no atual governo (Bush, republicano) as transações comerciais entre Brasil-EUA aumentariam cerca de 100%. Ora, se as prioridades dos democratas são outras, Obama pode deixar essa relação de lado por um tempo indeterminado. Outro exemplo é sobre o intervecionismo que se vê por aí: a maior declaração "pró-guerra" na corrida eleitoral foi mais ou menos assim: "Se for necessário, nós iremos até o Paquistão para pegar os terroristas".

Pera aí!

Paquistão? Aquele país aliado dos EUA? Entrar nele? Terrorista?

É, parece que o escudo do Obama é bem grosso.

Voltando à análise, The American Dream is back!
Acredito que não, considerando (e admirando) o Sonho Americano como o precursor do sucesso de cada indivíduo e observando que sempre há lado ruim e lado bom em qualquer conjuntura econômica, posso dizer com facilidade que o Sonho Americano não está de volta porque ele nunca acabou: é algo que está dentro de cada americano, seja ele latino, afro-american, branco, oriental. É a luta por sucesso através do esforço relacionável à Ética protestante e o Espírito do Capitalismo de Max Weber que sempre habitou as mentes e os corações estadunidenses. E posso dizer um pouco mais: o Sonho Americano está dentro de cada um de nós independentemente de nacionalidade, mas é radiante em alguns e adormecido em outros. Cada um que tem em sua mente a disposição de se doar por um ideal (seja ele fruto de consciência política ou não), lutar por ele até conseguir conquistar o pote de outro e ser fiel às suas convicções possui em seu espírito um pouco do Sonho Americano. O diferencial que não nos compete(como indivíduo) está no desenvolvimento econômico, educacional, social, judicial e político de cada país e é aí que os Estados Unidos podem predominar mesmo com um déficit imenso em sua balança.(de acordo com um grande amigo meu e com um indescritível professor dele essa balança é necessária e positiva para a manutenção dos EUA no "predomínio" do mundo). Esse desenvolvimento seria o telhado da casa chamada Sonho Americano, o que não me impede - como brasileiro, carioca e empreendedor - de dizer: I have a dream!

Abraços.

quarta-feira, 3 de janeiro de 2007

Desenvolvimento sustentável X Capitalismo

Olá. Primeiramente, gostaria de dizer que é um prazer estar postando pela primeira vez. Gostaria de falar sobre um assunto que destoa um pouco do apresentado até agora, mas nem por isso é menos importante. Pra começar dê uma olhada pela sua janela e observe o tempo. Se você é morador do Rio de Janeiro, provavelmente vai constatar que cai uma chuvinha fina, faz um friozinho até agradável e o céu está inteiramente coberto de nuvens. Agora procure examinar o seu calendário, estamos em pleno mês de Janeiro. O que estaria acontecendo com o sol e o calor da estação mais esperada do ano? Ao fazer um esforço de memória pode-se notar que o mesmo padrão meteorológico ocorreu por diversos dias seguidos na Primavera, algo incomum também. Não apenas no Brasil, mas em todo o mundo, o clima dá sinais de estar cansado da falta de consciência do homem. Furacões, até mesmo no Brasil (sim, foi confirmado pela NASA, o Catarina foi um furacão), ondas de calor que fazem vítimas na Europa e na América do Norte, o nível dos oceanos subindo devido ao degelo das geleiras, a temperatura do planeta aumentando são alguns exemplos de alerta que a natureza tem nos dado. Diante desse quadro autoridades mundiais começam a se preocupar com as questões climáticas, afinal foi a ocupação e exploração equivocada do homem a precursora desses transtornos. E a solução criada e que está na moda em todos os Estados é o “desenvolvimento sustentável”. Seria uma maneira de adequar o sistema capitalista às normas e leis que livrassem o meio ambiente de maiores danos. Bom, para isso é imprescindível uma legislação ambiental, uma fiscalização séria e uma punição severa para aqueles que desrespeitarem a lei. Parece simples, mas é aí que começam os problemas. Vamos dar como exemplo o Brasil. Nós temos uma das mais elogiadas constituições, então, por que o Brasil é o que é hoje? Essa é fácil de responder, não é? É porque ninguém respeita a lei por falta de punição. Aqui sempre rola um dinheiro numa mala, numa maleta, numa sacola, até na cueca. Em todo o caso esse não seria ao meu ver o principal obstáculo para o desenvolvimento sustentável. O grande problema é a ganância do homem. Adequar-se a uma legislação ambiental significa, para os empresários, prejuízo. Quer um exemplo? Por que os Estados Unidos (o maior poluidor mundial) não assinou o protocolo de Kyoto? Entre os vários fatores,o mais preponderante foi que isso comprometeria o seu desenvolvimento. Portanto um acordo que pode representar, pelo menos, uma amenização do aquecimento global é ignorado em detrimento do desenvolvimento daquela que já é a superpotência mundial. Enquanto o homem pensar dessa maneira a natureza continuará dando sua resposta. Eu termino com uma frase do Geenpeace que sintetiza um pouco do que falei:

“Quando a última árvore cair, quando o último rio secar, quando o último peixe for pescado, vocês vão entender que dinheiro não se come."(Greenpeace)

Abraços, até a próxima...